Avaliação: concepções, instrumentos e critérios avaliativos
Mas enfim, Outubro começando, e uma nova ideia chega na disciplina. Agosto foi o mês em que aprendemos sobre a universidade e seu contexto histórico, os desafios atuais encontrados nas universidades e também sobre o currículo. Já Setembro foi o mês da didática, do ser docente, das metodologias e abordagens possíveis de se utilizar para fugir do sr. giz (alguém ainda lembra dele? haha). Mas agora, nesse novo mês é chegada a hora daquele tema que a gente (estudante) morre de medo … PROVA … haha mentira, vamos aprendemos um pouco sobre AVALIAÇÃO!!!
Ta Greg mas por que mentira? Prova e avaliação não é tudo a mesma coisa?
“Avaliar é localizar necessidades e se comprometer com sua superação”.
Celso Vasconcellos (2005)
“O ato de avaliar a aprendizagem na escola é um meio de tornar os atos de ensinar e aprender produtivos e satisfatórios”.
Cipriano Carlos Luckesi (2011)
Mas assim, se ainda não ficou claro (também não tinha ficado muito quando eu li) tem uma dupla de autores maravilhosos que trouxeram uma definição descomplicada pra coisa
“Avaliação é o processo que revela como e o que o aluno aprendeu, como ele mudou seu jeito de pensar, alcançando as expectativas previamente traçadas”.
Wellington Soares e Beatriz Vichessi (2017)
Viu só, nenhum deles fala em prova ou terror psicológico… nenhum deles fala que você é burro porque tirou uma nota baixa (PORQUE VOCÊ NÃO É!! <3) Avaliação tem 1001 formas de se fazer, não é só colocar um pedaço de papel na frente do aluno pra ele responder a algumas perguntas e se ele não souber, porque ta nervoso ou não é um bom dia pra ele, que ele não sabe. Muitos dos nossos professores estão parados no tempo e não sabem outra forma de AVALIAR o que de fato absorvemos de conteúdo, se não por uma maldição de uma prova –‘ Você gravar o conteúdo, despejar ele num pedaço de papel, tirar nota 10 e depois apagar do teu cérebro NÃO é aprender, é apesar reproduzir
A gente já viu o que é avaliar, mas pra facilitar vamos tentar entender “para que?”, “o que?” e “como?” avaliar
Para quê ?
Para o professor localizar as dificuldades e necessidades dos alunos, ou então para buscar entender qual o nível da turma sobre algo, pra então poder da melhor forma possível planejar e conduzir as suas aulas. Já para o aluno serve pra compreender o que ele aprendeu durante as aulas.
O quê ?
O conteúdo cognitivo do aluno, em que estágio está o desenvolvimento desse conhecimento e quanto e em que nível os objetivos estão sendo atingidos.
Como ?
Por meio de diálogos, relatórios e pesquisas. Com trabalhos em grupo onde os alunos assumem o papel do professor. Sempre de forma participativa e sem que haja uma repetição exata daquilo que o professor disse ou a fonte de pesquisa informou, pois ser crítico é fundamental.
Precisamos sempre lembrar de deixar claro o instrumento avaliativo e quais os critérios avaliativos que serão levamos em consideração. E a avaliação tem que ser contínua, ao longo de todas as aulas, para poder analisar melhor a evolução do aluno
Nessa aula, a prof Giselly nos mostrou a Taxonomia de Blomm, que é uma estrutura de organização hierárquica de objetivos educacionais. Basicamente é uma piramide que nos informa como nosso cognitivo trata o conhecimento, assim, na base da pirâmide temos o início da aprendizagem sobre algum conteúdo, e quanto mais vamos subindo ao topo da pirâmide mais conhecimento, domínio e entendimento do conteúdo nós temos (pelo menos foi o que eu tendi haha).

Por fim, ainda nessa aula nós (em duplas) começamos a desenvolver nosso plano de aula, que é um dos requisitos nas bancas de concurso para professor (aqui na FURB pelo menos haha, mas acho que em todas as universidades deve ser). Mas o plano de aula, que desenvolvi com a minha dupla (Lucas Ivan), eu mostro na próxima aula que é o dia das bancas 🙂