Plano de Ensino

Disciplina: Docência no Ensino Superior
Programa de Pós-Graduação em que está inserida: Educação (PPGE)
Carga horária: 30h/a
Encontros: Quinzenais
Horário: 13h30 as 17h30
Local: FURB – Campus 1 – Bloco G – Sala 206 (Espaço LIFE)
FURB – Campus 2 – Bloco D – Sala 008

Ementa

Universidade no contexto histórico e desafios atuais. Organização curricular: do modelo disciplinar ao currículo integrado.  O trabalho docente no Ensino Superior. Organização  da ação didática. Plano de Ensino-Aprendizagem: objetivos, metodologias; estratégias, avaliação. Avaliação: concepções, instrumentos e critérios.

Objetivos

  • Conhecer o conceito de portfólio reflexivo na Educação Superior e o uso no processo ensino aprendizagem e avaliativo
  • Compreender a Universidade no contexto histórico e desafios atuais
  • Analisar propostas curriculares integrativas na Educação Superior
  • Reconhecer o trabalho docente na Educação Superior e seus processos metodológicos e avaliativos
  • Identificar as diferentes metodologias ativas e o uso de tecnologias

Metodologia

  • Aulas expositivas
  • Leituras e discussões de textos
  • Mapas conceituais/ quadro sinóptico
  • Seminários temáticos
  • Debates em pequenos e grandes grupos
  • Aulas práticas
  • Uso de ferramentas tecnológicas

Avaliação

Portfólio Reflexivo / Atividades

Critérios: Organização, sequencialidade, síntese dos textos dos grupos, criatividade, uso de outras linguagens. Reflexões críticas, caráter dialógico, sistematizações, pessoalidade, relação teoria e prática.

Plano de Ensino

Critérios: Coerência do plano com a aula.  Unidades, objetivos, metodologias, avaliação (instrumentos e critérios).

Aula Didática

Critérios: Domínio de conceitos e estratégias de MA, capacidade de cumprir os objetivos propostos, domínio do tempo e capacidade de condução da atividade.

Autoavaliação

Critério: Analisar seu processo de aprendizagem em relação a proposta da disciplina.

Avaliação da Disciplina

Critério: Avaliar aspectos positivos, frágeis e apontar sugestões de melhorias da disciplina.

Cronograma

Agosto: 01 – 15 – 29
Setembro: 12 – 26
Outubro: 10 – 24
Novembro: 07 (até as 15h30)

Agosto

01 de agosto
A proposta e
o espaço LIFE
Local: Campus 1
APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA DA DISCIPLINA

1) Apresentação: Professora e estagiária docente
a) Perfil da turma (Giselly)
b) Proposta (Marcia)

2) Uso do portfólio reflexivo na educação superior:
Aula expositiva

3) Tecnologias na educação superior: 15:15
Convidado Prof. Dr. Mauricio Capobianco Lopes
Uso de ferramentas tecnológicas no Ensino Superior

Tarefa: Leitura de acordo com os grupos:
LUCKESI, Cipriano et al. Fazer universidade: uma proposta
metodológica. 10. ed. São Paulo: Cortez, 1998.

OLIVEIRA, Vanderli Fava de; PINTO, Danilo Pereira.
Educação em Engenharia como área do conhecimento.
In: COBENGE 2006: Ensino de Engenharia: Empreender
e Preservar, 2006. Anais… XXXIV COBENGE. Passo Fundo:
Universidade de Passo Fundo, 2006.
15 de agosto
Contexto
Universitário
Local: Campus 1
UNIVERSIDADE NO CONTEXTO HISTÓRICO E
DESAFIOS ATUAIS

1) Atividade: Primeiro momento (leitura e síntese)
Grupo 1: Algumas lições de história geral da universidade
Grupo 2: A universidade no Brasil
Grupo 3: A universidade que não queremos
Grupo 4: A universidade que queremos
Grupo 5: Breve retrospecto sobre a educação em engenharia
Grupo 6: Educação e Engenharia na Atualidade
Grupo 7: Área de educação em Engenharia

Apresentações: Grupos 1 a 4
Intervalo: 20´ (15:15 as 15:40)
Apresentações: Grupos  5 a 7

2) Atividade em grande grupo:
Que formação de engenheiros queremos?
Para consultar: DECRETO Nº 5.773, DE 9 DE MAIO DE 2006.
Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão
e avaliação de instituições de educação superior e cursos
superiores de graduação e sequenciais no sistema federal
de ensino. Disponível em: http://www2.mec.gov.br/
sapiens/portarias/dec5773.htm.

Para aprofundar:
Livro: ALMEIDA FILHO, Naomar de; SANTOS, Boaventura
de Sousa. A universidade no século XXI: para uma
universidade nova. Coimbra, Edições Almedina, 2008.

Tarefa: Trazer propostas curriculares para apresentação  
29 de agosto
Desenhos
curriculares
Local: Campus 1
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR: DO MODELO DISCIPLINAR
AO CURRÍCULO INTEGRADO

1) Atividade em pequenos grupos: Apresentar conceitos,
princípios, características e, se possível, um exemplo de
proposta curricular de um curso de graduação de uma
universidade (matrizes, desenhos, representações…) das
seguintes perspectivas curriculares:

Grupo 1: Currículo disciplinar
Grupo 2: Currículo modular
Grupo 3: Currículo: integrado
Grupo 4: Currículo: bacharelado interdisciplinar – engenharias
Grupo 5: Currículo por projetos
Grupo 6: Currículo PBL
Obs: Postar no AVA3 para que todos
tenham acesso as sistematizações
das apresentações.

2) Atividade: Qual perfil que se deseja formar na Educação
Superior? (DCNs do curso de graduação em Engenharia).
A partir do perfil organize uma proposta curricular
em eixos temáticos que considerarem relevante para
a formação do engenheiro.

Para consultar: RESOLUÇÃO Nº 2, de 24 de
abril de 2019. Institui as Diretrizes Curriculares
Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option
=com_docman&view=download&alias=112681-rces002-19&
category_slug=abril-2019-pdf&Itemid=30192.

Leitura dinâmica da DCNs e análise crítica da formação
(aspectos fortes, aspectos frágeis, relações com as DCNs no
contexto da formação e do mundo do trabalho).

Tarefas:
Leitura obrigatória: DANTAS, C. M. M. Docentes
engenheiros e sua preparação didático-pedagógica.
Revista de Ensino de Engenharia, Passo Fundo,
v. 33, n. 2, p. 45-52, 2014.

Trazer: A definição dos conceitos das abordagens, concepção
de educação, papel do aluno e papel do professor. 

Setembro

12 de setembro
Saberes e
fazeres da
docência
Local: Campus 1
DOCÊNCIA UNIVERSITÁRIA

1) Atividade: Apresentação dos Grupos
Grupo 1: Abordagem tradicional (15’)
Grupo 2: Abordagem comportamentalista (15’)
Grupo 3: Abordagem cognitivista (15’)
Grupo 4: Abordagem histórico-cultural (15)

2) Atividade em grupos: O que é ser docente universitário na
Educação Superior? Quais os saberes e fazeres docente?
Análise dos quadros/categorias de autores.

Sugestões de leitura: ANDRADE, M. R. S.;
SILVEIRA, J. L. G. C. Desenvolvimento da Profissionalização
Docente: Diálogos Permanentes no Campo da Saúde. In:
CERVI, Gicele Maria; RAUSCH, Rita Buzzi. Docência
Universitária: Concepções, Experiências e Dinâmicas de
Investigação. Ed. Blumenau: Meta, 2014, v.1, p. 73-82

CUNHA, Maria Isabel. Inovações na educação superior:
impactos na prática pedagógica e nos saberes da docência. Em
Aberto, Brasília, v. 29, n. 97, 2016, p. 87-101.
26 de setembro
Metodologias
de Ensino
Local: Campus 1
PRÁTICA DOCENTE

Leitura básica: ANASTASIOU, Léa das Graças Camargos;
ALVES, Leonir Pessate. Processos de ensinagem na
universidade: pressupostos para as estratégias de
trabalho em aula. Univille, 2003.

MATTASOGLIO NETO, O.; SANTOS, C. A. M.; PAULA, I. C.;
GRIMONI, J. A. B. Desafios da Educação em Engenharia:
Formação em Engenharia, Capacitação Docente, Experiências
Metodológicas e Proposições. Brasília: ABENGE, 2014.

Sugestão de leitura: BARBOSA, E. F. B; MOURA, D. G. de.
Metodologias Ativas de Aprendizagem no ensino de
Engenharia. In: XIII Conferência Internacional de
Engenharia e Educação Tecnológica – INTERTECH 2014.
Guimarães: Portugal, 2014. Disponível em:
http://copec.eu/intertech2014/proc/works/25.pdf.
Acesso em: 28 jul. 2019.

1) Atividade: Descrever: o que é? Para que serve?
Como desenvolver?
Grupo 1: Metodologia da problematização
Grupo 2: Aprendizagem Baseada em Problemas
Grupo 3: Estudo de caso
Grupo 4: Seminário temático
Grupo 5: Aula invertida
Grupo 6: Outras

Outubro

10 de outubro
Processos
avaliativos
Local: Campus 2
AVALIAÇÃO: CONCEPÇÕES, INSTRUMENTOS E
CRITÉRIOS AVALIATIVOS

O que é avaliar? Para que avaliar? Como avaliar? O que avaliar?

PLANEJAMENTO DE ENSINO

Leitura básica: LEAL, Regina Barros. Planejamento de ensino:
peculiaridades significativas. Revista Iberoamericana de
Educación, Buenos Aires, v. 37, n. 3, p. 1-6, 2005.

Leitura em sala: Subsídios para elaboração do plano de
ensino.

1) Atividade de Elaboração dos Planos de Aula (em duplas):
Elaborar uma proposta de plano de aula para um curso
de engenharia;
Escolher um tópico da ementa do currículo do curso de
engenharia (buscar no site da FURB);
Contemplar os elementos que compõem o plano de aula
como: unidade, objetivos, metodologia, avaliação, referências,
etc.

Verificar modelo de concurso Plano de Aula – FURB
na Resolução do Concurso para o quadro e para professor
temporário/substituto) RESOLUÇÃO Nº 36/2007, de 17 de
outubro de 2007 http://www.furb.br/web/1657/
institucional/concursos-publicos/apresentacao
24 de outubro
Relação teoria
e prática
Local: Campus 2
AULA DIDÁTICA

Apresentações das aulas didáticas/composições de bancas.

Novembro

7 de novembro
Relação teoria
e prática
Local: Campus 2
AULA DIDÁTICA

Continuação: Apresentações das aulas didáticas/composições
de bancas.

Entrega do Portfólio

Encerramento

Bibliografia da disciplina

Básica

ALMEIDA FILHO, Naomar de; SANTOS, Boaventura de Sousa. A universidade no século XXI: para uma universidade nova. Coimbra, Edições Almedina, 2008.

ANASTASIOU, L. das G. C.; ALVES, L. P. Processos de ensinagem na universidade: pressupostos para as estratégias de trabalho em aula. 3. ed. Joinville: UNIVILLE, 2004.

ANDRADE, M. R. S., SILVEIRA, J. L. G. C. Desenvolvimento da Profissionalização Docente: Diálogos Permanentes no Campo da Saúde. In: CERVI, Gicele Maria;  RAUSCH, Rita Buzzi. Docência Universitária: Concepções, Experiências e Dinâmicas de Investigação. Ed.Blumenau : Meta, 2014, v.1, p. 73-82.

BALL, S. J. MAINARDES, J. (Orgs). Políticas educacionais: questões e dilemas. São Paulo: Cortez, 2011.

BARBOSA, E. F. B; MOURA, D. G. de. Metodologias Ativas de Aprendizagem no ensino de Engenharia. In:  XIII Conferência Internacional de Engenharia e Educação Tecnológica – INTERTECH 2014. Guimarães: Portugal, 2014. Disponível em: http://copec.eu/intertech2014/proc/works/25.pdf. Acesso em: 28 jul. 2019.

BRASIL. Ministério da Educação. Decreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006. Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino. Brasília, DF: Ministério da Educação. 2006. Disponível em: http://www2.mec.gov.br/sapiens/portarias/dec5773.htm. Acesso em: 20 jul. 2019.

BRASIL. Ministério da Educação. Resolução nº 2, de 24 de Abril de 2019. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. Brasília, DF. Ministério da Educação. 2019. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=112681-rces002-19&category_slug=abril-2019-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 20 jul. 2019.

CUNHA, Maria Isabel. Inovações na educação superior: impactos na prática pedagógica e nos saberes da docência. Em Aberto, Brasília, v. 29, n. 97, 2016, p. 87-101.

DIAS SOBRINHO, J. Campo e caminhos da avaliação: a avaliação da educação superior no Brasil. In: FREITAS, L. C. (Org.). Avaliação: construindo o campo e a crítica. Florianópolis: Insular, 2002. p. 13-62.

LEAL, Regina Barros. Planejamento de ensino: peculiaridades significativas. Revista Iberoamericana de Educación, Buenos Aires, v. 37, n. 3, p. 1-6, 2005.

LOPES, A. C. Políticas de Integração curricular. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2008.

LUCKESI, Cipriano et al. Fazer universidade: uma proposta metodológica. 10. ed. São Paulo: Cortez, 1998.

OLIVEIRA, Vanderli Fava de; PINTO, Danilo Pereira. Educação em Engenharia como área do conhecimento. In: COBENGE 2006: Ensino de Engenharia: Empreender e Preservar, 2006. Anais… XXXIV COBENGE. Passo Fundo: Universidade de Passo Fundo, 2006.

PEREIRA, E. M. de A. Universidade e educação geral: para além da especialização. Editora Alínea, Campinas, SP, 2007.

RAUSCH, Rita Buzzi. Docência Universitária: Concepções, Experiências e Dinâmicas de Investigação. Ed.Blumenau : Meta, 2014, v.1, p. 73-82.

SACRISTÀN, J. Gimeno; GOMÉZ, A. I. Pérez. Compreender e Transformar o Ensino. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

SACRISTÀN, J. T. (org). Saberes e incertezas sobre o currículo. Porto Alegre: Penso, 2013.

SANTOMÉ, J. T. Globalização e Interdisciplinaridade. O currículo integrado. Porto Alegre: Artmed, 1998.

SANTOS, BOAVAENTURA de S; ALMEIDA FILHO, N. de A. A universidade no século XXI: para uma universidade nova. Coimbra: Edições, Almedina, 2008.

Complementar

ALMEIDA, M. de L. P de; PEREIRA, E. M de A (Orgs.). Políticas educacionais de ensino superior no século XXI: um olhar transnacional. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011.

CERVI, G. M; RAUSCH, R. B. (org.). Docência Universitária: concepções, experiências e dinâmicas investigativas. Xanxerê, SC: Meta Editora, 2014.

CUNHA, M. I. O professor universitário: na transição de paradigmas. Junqueira & Marin, 2005.

DANTAS, C. M. M. Docentes engenheiros e sua preparação didático-pedagógica. Revista de Ensino de Engenharia, Passo Fundo, v. 33, n. 2, p. 45-52, 2014.

DANTAS, C. M. M. O desenvolvimento da docência nas engenharias: um estudo na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). 2011. 122 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2011.

DRÉZE, J.; DEBELLE, J. Concepções da universidade. Fortaleza: EdUFCE, 1983.

DIAS SOBRINHO, J. Concepções de universidade e de avaliação institucional. In: Avaliação: revista da rede de avaliação institucional da educação superior, v. 4, n. 2, p. 29-40, jun. 1999.

DIAS SOBRINHO, J. Dilemas da Educação Superior no mundo globalizado: sociedade do conhecimento ou economia do conhecimento. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.

DIAS SOBRINHO, J. et al. Universidade e sociedade: perspectivas internacionais. Sorocaba: Eduniso, 2008.

DIAS SOBRINHO, J; RISTOFF, D. I. Universidade desconstruída: avaliação institucional e resistência.

DWEK, M.; MOTTA, A. C. G. D.; THIOLLENT, M. J. M. Relato de experiência da disciplina “Seminários de Docência”, do Programa de Engenharia de Produção da COPPE/UFRJ. Revista Docência do Ensino Superior, Belo Horizonte, v. 5, n. 1, p. 37-66, 2015.

GIROUX, H. A. Professores como Intelectuais Transformadores. In: GIROUX, Henry A. Os professores como intelectuais: Rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997, p.157-164.

KERR, C. Os usos da universidade: com post scriptum 1972. Fortaleza : UFC, 1982.

LIMA, S. D.; A. C. L. A formação docente em programas de pós-graduação em Engenharia de uma universidade federal brasileira: diagnóstico e perspectivas. RBPG. Revista Brasileira de Pós-Graduação. v. 14, p. 1, ISSN: 1806-8405, 2017LOPES, A. R. C.; MACEDO, E. Teorias de currículo. São Paulo: Cortez, 2011.

LOPES, A. C. Por que somos tão disciplinares? Dossiê. Área Temática: Educação Visual, Linguagens Visuais e Arte. Quelle: ETD – Educação Temática Digital, Campinas, v. 9, n. esp., p. 201-212, out. 2008a.

LOPES, A. R. C.; MACEDO, E. (Orgs.). Políticas de currículo em múltiplos contextos. São Paulo: Cortez, 2006. p.7-12.

MAINARDES, J. A. Abordagem do ciclo de políticas: uma contribuição para a análise de políticas educacionais. In: Educação e Sociedade, São Paulo: Cortez; Campinas, CEDES, v. 2, n. 94, 2006.

MANCEBO, D; FÁVERO, M. de L. de A.; CATANI, A. M. . Universidade: políticas, avaliação e trabalho docente. São Paulo : Cortez, 2004.

MATTASOGLIO NETO, O.; SANTOS, C. A. M.; PAULA, I. C.; GRIMONI, J. A. B. Desafios da Educação em Engenharia: Formação em Engenharia, Capacitação Docente, Experiências Metodológicas e Proposições. Brasília: ABENGE, 2014.

MASETTO, M. T. Formação pedagógica dos docentes do ensino superior. Revista Brasileira de Docência, Ensino e Pesquisa em Administração – Edição Especial, Cristalina: GO, v. 1, n. 2, p. 04-25, Julho/2009.

MOREIRA, A. F. Políticas de currículo: repercussões nas práticas. In: SANTOS, L. L. de C. P. et al. (Orgs.). Convergências e tensões no campo da formação e do trabalho docente. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.

MOROSINI, M. da C. Professor do ensino superior: identidade, docência e formação. Brasília, D.F : INEP, 2000.

PACHECO, J. A. (org). Políticas de integração curricular. Porto Editora, LDA, Porto, Portugal, 2000.

PEREIRA, E. M. de A.; ALMEIDA, M. de L. P. (Orgs). Universidade Contemporânea: Políticas do processo de Bolonha. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2009.

PEREIRA, E. M. de A.; HEINZLE, M. R. S. Internacionalização na educação superior: políticas, integração e mobilidade acadêmica. Blumenau: edifurb, 2015.

PIMENTA, S. G; ANASTASIOU, L. das G. C. Docência no ensino superior.3. ed. São Paulo : Cortez, 2008.               

PINTO, D. P.; OLIVEIRA, V. F. Reflexões sobre a prática do engenheiro-professor. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENSINO DE ENGENHARIA, 40., 2012, Belém. Anais… Belém: Universidade Federal do Pará, 2012.

RABELO, P. F. R.; ROCHA, N. M. F; BARRETO, M. O. Formação de professores de engenharia: competências e habilidades básicas. In: XL CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO EM ENGENHARIA, 2012.  Belém. Anais… Belém: Universidade Federal do Pará, 2012.

ROCHA, J. C. de Castro. Um mundo sem universidades? Rio de Janeiro: UERJ, 1997.

ROSSATO, Ricardo. Universidade: nove séculos de história. Passo Fundo: UPF, 1998.

ROMANO, R. A. (1998), Universidade: Entre as Luzes e os Nossos Dias, in R. A. Romano (org.), A Crise da Universidade. Rio de Janeiro, Revan.

SANTOS, L. L. de C. P. et al. (Orgs.). Convergências e tensões no campo da formação e do trabalho docente. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.

SANTOS, B de S; ALMEIDA FILHO, N. de A. A universidade no século XXI: para uma universidade nova. Coimbra: Edições, Almedina, 2008.

SANTOS FILHO, J. C. dos. Educação geral na universidade como instrumento de preservação da herança cultural, religação de saberes e diálogo de culturas. In: PEREIRA, E. M. de A. Universidade e educação geral: para além da especialização. Editora Alínea, Campinas, SP, 2007.

SELEME, R. et al. Instituições no ensino de engenharia no Brasil e exigências na docência. In: XXXIX CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO EM ENGENHARIA, 2011. Blumenau. Anais… Blumenau: FURB, 2011.

SGUISSARDI, V.; SILVA JUNIOR, J. R. Educação Superior: análise e perspectivas de pesquisa. São Paulo: Xamã, 2004.

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